Especialidade Pediátrica

Terapia da Fala

A comunicação é um direito. Trabalhamos a comunicação, a linguagem, a fala, a articulação verbal, a consciência fonológica, a leitura e a escrita, a alimentação e a comunicação aumentativa e alternativa (CAA).

“Se vai ao pediatra quando a criança tem febre, porque não vai a um/a terapeuta da fala quando tem dúvidas sobre a linguagem da criança?”
Criança a brincar no consultório da Identidar.te, estimulando a linguagem e o desenvolvimento

O brincar como contexto natural para comunicar, aprender e crescer.

Áreas de Avaliação e Intervenção

Cada criança tem o seu percurso. Consoante a idade, as necessidades e o momento de desenvolvimento, existem diferentes tipos de avaliação que ajudam a perceber onde é que faz sentido intervir.

Avaliação da Comunicação

A comunicação é a base de todas as interações humanas, onde expressamos pensamentos, emoções e necessidades. É um processo que envolve muito mais do que palavras, gestos, expressões faciais e até o silêncio contam.

Indicada para crianças que ainda não fazem das palavras a sua principal forma de comunicação.

Avaliação da Linguagem e da Fala

A linguagem e a fala são fundamentais para a expressão de ideias, a interação social e são uma das bases da aprendizagem. É através delas que as crianças comunicam necessidades e vontades — e quanto melhor a linguagem e a fala, melhor será a aprendizagem da leitura, da escrita e de outras aprendizagens.

Indicada para crianças que já falam mas têm dificuldade em serem entendidas, ou para crianças a quem "falta as palavras" para comunicar.

Avaliação da Linguagem Escrita

A linguagem escrita é uma habilidade essencial que vai muito além de aprender a ler e escrever palavras. É através dela que as crianças desenvolvem a capacidade de expressar ideias, compreender informações e interagir com o mundo de forma mais complexa.

Destina-se a analisar a escrita de crianças após o 1.º ano de escolaridade.

Avaliação da Recusa e Seletividade Alimentar

A recusa ou seletividade alimentar é comum em muitas crianças, especialmente durante os primeiros anos de vida. Pode manifestar-se como rejeição a novos alimentos, preferência por texturas específicas ou aceitação de um número muito limitado de alimentos. Embora seja uma fase normal do desenvolvimento, há crianças que não a ultrapassam e mantêm alterações que podem prejudicar as atividades diárias, a fala e a nutrição.

A Avaliação da Recusa e Seletividade Alimentar traça o perfil alimentar da criança e pode ser feita em conjunto com a Terapia Ocupacional, porque a alimentação e a fala partilham estruturas e funções.

Como funciona a avaliação e a intervenção

A avaliação começa com a observação clínica e a recolha de história de vida com a família. A partir daí, definimos objetivos claros, centrados na funcionalidade no dia a dia da criança.

1. Observação clínica

Observamos a criança de forma tranquila e recolhemos a história de vida com a família para compreender o seu contexto e as suas necessidades.

2. Definição de objetivos

Definimos objetivos centrados na funcionalidade, aquilo que faz diferença no dia a dia da criança, em casa, na escola e nas relações.

3. Intervenção

A intervenção recorre ao brincar, aos materiais lúdicos ou em atividades mais estruturadas se assim for necessário.

Avaliação no Google
“Gostei muito do rastreio com a terapeuta Cátia Raminhos. Muito atenciosa, claramente dedicada e com uma excelente abordagem à criança. Espaço bem equipado, que promove a brincadeira.”
D

Diana Vicente

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Perguntas Frequentes

Dúvidas comuns sobre a intervenção em Terapia da Fala

Não há uma idade mínima. Se tem dúvidas sobre a comunicação, a linguagem, a fala ou a alimentação da criança, o primeiro passo pode ser uma observação. Quanto mais cedo se compreende o que se passa, mais tempo há para intervir de forma significativa.

Pode marcar a sua avaliação

Se não sabe o que precisa, não há problema. Nós ajudamos a perceber qual o primeiro passo mais adequado.